A Regra "Gordo sobre Magro"

A principal regra de pintura a óleo ensinada pela maioria dos livros de instrução é a clássica regra do “gordo sobre magro”. Essa é invariavelmente a primeira regra que o iniciante toma conhecimento através de um professor de pintura. Embora muitos artistas pintem alla prima, isso é, façam uma pintura inteira numa única sessão de pintura, há quem goste de trabalhar de maneira a possibilitar camadas posteriores de tinta, para corrigir erros ou adicionar “toques” que complementem o trabalho de outras sessões. Quando trabalhamos alla prima, a regra do gordo sobre magro não é importante, mas quando trabalhamos em camadas, devemos sempre obedecê-la.

 

Para entender essa regra de ouro é muito simples: quanto mais óleo temos na tinta, mais “gorda” ela é. Quanto menos óleo (tinta direta do tubo), mais “magra”. Se a regra é “gordo sobre magro”, quer dizer que devemos pintar do “magro para o gordo”, isto é, começar a pintura com camadas magras e cada camada subsequente deve ser mais gorda do que a anterior.

1. Modos de Trabalho
A técnica mais comum para colocar a regra em prática é começar uma pintura adicionando um pouco de terebintina na tinta a ser usada na primeira camada. Na camada seguinte, pinta-se com tinta pura, direta do tubo. Na próxima camada, adiciona-se um pouco de medium a tinta, e conforme necessita-se de outras camadas adicionais, aumenta-se a quantidade de medium misturada a tinta. Dessa forma, em cada camada temos uma concentração maior de óleo (presente no medium), obedecendo perfeitamente a regra do gordo sobre magro.

Uma outra aplicação, menos comum no Brasil, é o uso de mediums com diferentes níveis de oleosidade. O artista prepara no ateliê vários mediums com diferentes proporções de óleo (de sua preferência) e solvente. O número de mediums é opcional, e costuma variar de pintor para pintor, com diferentes variações de oleosidade. Geralmente na primeira camada usa-se tinta diluída em terebintina, na segunda camada, usa-se tinta pura, direta do tubo. Para a terceira camada, usa-se a adição de um medium a tinta, que pode ser composto de 50% de terebintina e 50% de óleo. Depois desse primeiro medium mais oleoso com uma mistura meio a meio, um outro medium com 1/3 de terebintina e 2/3 de óleo pode ser usado na camada posterior. Para ainda mais uma camada, poderia ser usado tinta com adição de óleo de linhaça puro e assim por diante, sempre aumentando a oleosidade das camadas subsequentes. O grande problema desse sistema é que, se o pintor usa muitas camadas, a adição em demasia de veículos oleosos torna a pintura mais amarela com o tempo e também altera demais o tempo de secagem, levando muito tempo para secar.

2. Análise dos Métodos
O conceito de gordo sobre magro pode confundir o artista e resultar em processos complicados, dispendiosos e arriscados. A verdade é que essa regra tão antiga foi criada como um artifício que obriga o iniciante a respeitar o tempo de secagem da pintura. A idéia é simples, adicionando mais óleo aumentamos a diferença de tempo de secagem entre as camadas. A primeira camada já estará em processo de secagem quando a próxima camada é colocada, portanto, não há alteração de expansão ou movimento da primeira camada, o que faria com que a segunda pudesse quebrar.

Portanto, a idéia de aumentar a oleosidade vem da necessidade de extender o tempo de secagem das camadas posteriores, tornando então mais difícil as chances de um estudante craquelar a pintura. Com isso em mente, é simples entender como contornar o problema e descomplicar a questão. Vamos colocar um pouco de lado esse conceito de gordo sobre magro e pensar de modo um pouco diferente.

Temos duas variáveis de suma importância nessa questão, que devem ser pontos chaves no pensamento de qualquer pintor: tempo de secagem e oleosidade da tinta, ambos diretamente relacionados. Tempo de secagem é nossa variavel principal. Se temos várias camadas numa pintura, e as camadas de cima secam mais rápido do que as camadas de baixo, as camadas inferiores terão mais tempo de “se mover” ou expandir durante seu processo de secagem (oxidação). Quando a camada de baixo ainda nao esta completamente seca, ao avançar em seu processo de secagem, ele se expande, resultando no craquelamento, estriamento ou rachadura das camadas de cima. Portanto, se ao invés de adicionar maior oleosidade a tinta o artista simplemente respeitar o tempo de secagem entre camadas o problema estará sanado. Simples, óbvio e sem complicação. Portanto, é só ter certeza de que seu primeiro estágio está totalmente seco antes de começar o próximo.

Tendo certeza de que uma camada está verdadeiramente seca, não há o menor problema em se pintar mais uma camada com a mesma quantidade de medium ou com a mesma oleosidade do que a anterior por cima dela, pois a camada de baixo já está seca, imóvel, portanto não há risco do movimento que gera a craquelura. Para garantir que sua camada está seca, espere pelo menos uma ou duas semanas até começar a próxima. O uso de um secante pode dinamizar o processo para que não se espere tanto tempo entre cada estágio. É importante lembrar que a temperatura e a humidade também influenciam no tempo de secagem (oxidação) deixando o processo mais lento na época de frio e mais ágil no calor. Outro procedimento comum para ganhar tempo é pintar algumas telas ao mesmo tempo, alternando entre elas para que o artista não fique semanas sem pintar enquanto enquanto espera a secagem da primeira obra.


 

Já vimos em post anterior, que algumas regras para o uso do medium devem ser sempre adotadas. Analisando racionalmente o primeiro método aqui apresentado, no qual o artista adicona cada vez mais óleo ou medium a sua tinta, temos um problema com a quantidade de medium que pode ser usada nesse processo. Com o uso desse método, temos um alto risco de adição excessiva de medium na pintura. Imagine que para pinturas que são necessárias dezenas de camadas: qual seria a quantidade de medium adicionada nos últimos estágios para obedecer a regra do gordo sobre magro? Facilmente, atingiremos uma proporção maior do que 20% de medium no montante de tinta usado, e já vimos em outros artigos de que nõ é aconselhado colocar mais do que 20% de mediums ou veículos oleosos na tinta. O mesmo problema surge para o segundo método, com adição de mediums com diferentes graus de oleosidade caso o artista use mais do que cinco ou seis estágios. O artista teria de fazer quatro ou cinco potes com diferentes mediums para essas inúmeras camadas, sendo um processo pouco prático. 

3. Descomplicando
Alguns artistas pintam de modo liso, isto é, com pouca quantidade de tinta, criando um filme ou superfície pictórica fina. Outros artistas, principalmente aqueles que pintam alla prima, usam maior quantidade de tinta, e criam efeitos de empaste que geram volumosas texturas. A quantidade ou espessura de tinta é nosso segundo ponto chave: diferentes quantidades ou espessura de tinta apresentam diferentes tempos de secagem. Os filmes empastados levam meses ou anos para secarem, enquanto os filmes lisos e finos demoram muito menos.

É então que surge mais uma regra simples: pinta-se sempre do mais fino (liso) para o mais grosso (empaste). Ou seja, as primeiras camadas devem ser lisas e finas, e as camadas subsequentes podem conter a mesma quantidade de tinta (finas e lisas) ou maior quantidade de tinta (empaste). O mais importante é sempre ter paciência para esperar que a camada anterior esteja perfeitamente seca. Para encurtar o tempo de espera entre a secagem de camadas podemos adicionar uma ou duas gotas de secante em nossa porção de tinta a ser usada, sobretudo nas camadas inferiores caso o artista planeje pintar as últimas camadas em empaste.

Constantemente nos perguntam se os mediums a base de resinas alquídicas, como o Liquin da Winsor & Newton são gordos ou magros. A W&N recomenda que esse medium alquídico seja adicionado “cada vez mais nas camadas subsequentes“. Mas pensando racionalmente, veremos que fazendo isso, estamos novamente quebrando a relação pigmento/óleo, e o que é pior, adicionando quantidades grandes de resina. As resinas alquídicas devem ser adicionadas em igual medida em todos as camadas, sempre lembrando que se trata de um secante e não de um medium oleoso, adicione somente algumas gotas na porção de tinta a ser usada.

Há ainda um terceiro elemento que também deve ser considerado. Alguns pigmentos secam muito mais rápido do que outros. Esse tempo de secagem de cada tinta em particular deve ser levado em consideração juntamente com a espessura ou quantidade de tinta usada. Imaginemos um exemplo simples: Eu costumo pintar de modo liso e sem uso de mediums. Para minha próxima pintura, decidi começar com uma fina camada de Preto de Marfim (Ivory Black), a qual depois de seco adicionarei uma segunda camada de Sombra Queimada (Burnt Umber). Se o pintor não tem a informação de que o Sombra Queimada seca de maneira mais rápida do que o normal e que o Preto de Marfim tem uma das secagens mais lentas de todas as tintas a óleo, ele não esperaria um tempo extra de secagem do que o normal, correndo o risco de obter algum tipo de revés nessa pintura. Nesse caso, esperar pelo menos alguns dias a mais seria o ideal. Por isso, é necessário que haja algum entendimento básico dos pigmentos, para que o artista possa julgar suas características e considerá-las.

Com essas premissas básicas em mente, é possível pintar com segurança, com ou sem medium, secante ou solvente. Bom senso e sobretudo paciência são requisitos básicos de todo bom pintor.

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BIBLIOGRAFIA
THOMPSON, Daniel V. The Materials and Techniques of Medieval Painting; Dover; New York.
LAURIE; A.P.; The Painter´s Method´s and Materials; Dover; 1967.
DELAMARE; Guineau; Colors: The Story of Dyes and Pigments; Harry Abrams; 2000.
MAYER; Ralph; Manual do Artista; Martins Fontes; 1950; 1957 e 1970.
EASTLAKE; Sir Charles Lock; Methods and Materials of Painting of the Great Schools and Masters; Dover; 1847
GOTTSENGEN, Mark David; Painters Handbook; Watson-Guptill; 2006.
AMIEN; Art Materials Information and Education Center; 2014.
ACMI; Art & Creative Materials Institute; 2014.

37 Comments

  1. Certos conceitos precisam mesmo de uma nova visita. Com o tempo é bem comum relaxar em uma dessas regras. Muito legal que suas dicas façam ver que o certo e o errado também são relativos.

  2. Marcio, parabéns pelo post!Bom, eu pinto da seguinte maneira:Uso terebentina e secante.Quando quero uma área da pintura que me exigirá mais detalhes e um tempo maior na sessão trabalho com o pigmento praticamente puro(sem secante) o que me facilitará nas pinceladas, quando é uma área neutra ou de fundo ou de rápida execução, trabalho com o secante o que me permite ter um resultado rápido. Uma vez li sobre o pintor Watteau que para correr com suas pinturas encharcava o pincel em óleo de linhaça o que lhe permitia deslizar mais rapido sobre a tela e consequentemente entregar o quadro mais rápido ao cliente.Consequencia disso? Alguns quadros rachavam em pouco tempo sendo devolvidos pelos clientes. Eu te pergunto? Tem procedência isso? Pois já ouvi de vários artistas de renome que o que faz craquelar é o óleo de linhaça e não o secante. Tenho notado que algumas das minhas pinturas algumas partes ficam brilhantes e outras foscas o que igualo com um verniz. Outra pergunta. Será que os impressionistas que tinham uma pintura bem gestual e direta tinham conhecimento desse tempo das tintas como vc citou? Pois vi alguns quadros deles e parecem opacos e sem vida enquanto outros como os dos pintores recentes são brilhosos e as cores são vivas…Estou doido ou não?Devo continuar usando o secante de cobalto??Só complementando…Acho demais entediante ( pelo menos pra mim) aquele tipo de pintura a óleo que espera-se 15 dias entre uma camada e outra para pintar…Eu gosto das soluções mais rápidas e gestual. Se eu não me engano esse tipo de pintura com veladuras era o tipo de pintura usada pelos renascentistas?? Me corrija se estiver errado.Abraços e parabéns.Vou divulgar!!!

  3. Esse post me esclareceu um descuido bobo de confundir gordo sobre magro com o métado de começar uma pintura rala e numa segunda etapa empastar, sempre com duas etapas, gosto de pintar rápido. Meu métado é um seguinte faço uma pré-pintura com uma cor quente terrosa com secante e terenbemtina depois 1ª etapa apontamento com tinta fina e deixando propositalmente algumas partes do fundo quente aparecer em toda a pintura depois 2ª etapa com a tinta seca dou acabamento usando o mesmo medium ou empastes sem medium e até mesmo a técnica de picel seco quando a trama da tela permite. Vou prestar mais atenção nesse detalhe com os mediuns, na verdade minha pintura é simples sem complicações gosto muito de alla prima pintar ao ar livre, tenho é que tomar cuidado com obras mais acabadas.

  4. Oi Celso! Vamos lá… são muitas perguntas! Quanto a maneira como o Watteau pintava, acho arriscado dizer com certeza como realmente era seu procedimento sem um estudo científico publicado por uma instituição respeitada. Tome cuidado com autores que transformam ficção em “fatos”, “anedotas” sobre pintores existem de sobra. Nunca li nenhum artigo científico sobre investigações científicas com obras do Watteau, e estou sempre atrás desse tipo de publicação. Mas vamos analisar racionalmente isso. A adição do óleo de linhaça traz mais oleosidade na proporção óleo/pigmento, logo, temos maior concentração de veículo, e não de agente inerte. Quando o veículo começa a oxidar, forma uma pelicúla com mais elasticidade do que a película de somente tinta (óleo+pigmento). A adição de MUITO óleo de linhaça pode trazer na verdade o “murchamento” do filme, ou seja, como temos muito óleo, ele seca mais rápido por fora, e por dentro devido a grande quantidade de óleo, fica macio por muito tempo, e acaba murchando. O craquelamento é característico de filmes quebradiços, com pouca quantidade de óleo, e não de filmes elásticos (com mais óleo). Portanto, não me parece lógica essa história do Watteau. Segue o restante das respostas em outro comentário…

  5. Suas pinturas estão apresentando diferenças de brilho na superfície pois em algumas áreas você está usando medium com terebintina (opaco) e em outras áreas tinta espessa (gorda, mais brilho). O verniz satura a superfície deixando tudo com o mesmo brilho.Todos os quadros de impressionistas que vi provavelmente estavam protegidos por verniz. Existem vernizes opacos que dão a impressão de que a tela está sem verniz. É difícil julgar sem uma ficha técnica contendo os procedimentos museológicos que a obra recebeu. Sei que Degas não gostava de tinta á óleo, e que “repousava” a tinta numa folha de papel para retirar o óleo da tinta, resultando numa superfície pictórica mais opaca. Os Degas que vi eram bem opacos, mas não sei se estavam cobertos por verniz, o que é bem possível.Voce pode continuar usando o secante sem problemas, contanto que adicione SOMENTE uma ou duas gotas na porção de tinta que usará na sua sessão de pintura. O verniz se encarregará de saturar novamente as áreas opacas. Artistas que não gostam do uso de verniz podem “massagear” as áreas opacas, com a ponta do dedo e um pouco de óleo de linhaça. Isso também satura a área, dispensando o verniz.As técnicas de veladuras são bem características dos mestres flamengos e pelos holandeses de pintura de gênero. Na Renascença, principalmente entre os Italianos, a veladura era recorrente, mas muitos pintores usavam menos camadas do que os flamengos e os holandeses.

  6. Vinícius… se voce começa pintando ralo, e numa segunda etapa usa empastos, não há nada e errado com seu procedimento. Voce só deve se preocupar em não \”afinar\” demais com terebentina pra não quebrar a relação óleo/pigmento e em esperar que a primeira etapa esteja COMPLETAMENTE seca. Num segundo momento, continuar pintando \”grosso\” (empaste) sobre \”fino\”, que voce já vem fazendo…

  7. Interessante Léo… não sabia que usava esse procedimento. É bem comum nos EUA, mas não conheci nenhum artista brasileiro que fizesse uso dele aqui. Obrigado pelo comentário Léo! Abração!

  8. Como vc já deve saber, não sou nem um pouco linear com técnica de pintura, mas é comum eu começar com terebentina + alquidica na primeira sessão, e nas demais stand oil + tereb. + sec.cobalto….ja tenho esses dois frascos misturados…Inclusive foi o que eu fiz na ultima pintura, com o primeiro medium pintei bastante esmpastado (vc viu a foto), depois de seco raspei o excesso e trabalhei com a tinta mais gorda…Com glazes e scumblings…

  9. O procedimento soa totalmente cabível, contanto que pegue leve no secante e na resina! Imagino que use a terebintina no egundo medium para não deixá-lo muito grosso… perfeito. Quero ver novas pinturas! Abraço Leonardo!

  10. Tenho dificuldade em saber quais são os pigmentos opacos e os outros.Poderia me fazer a gentileza de esclarecer.Acyr Gomes

  11. Olá amigo.Por falta de tempo demoro para dar continuidade em um trabalho,quando retomo costumo hidratar a tela com Óleo de linhaça,depois de pronto vejo que algumas áreas ficam com uma aparência desagradável(opaco/brilhante),consigo uniformizar com o verniz,será que estou utilizando de forma errada meu medium?.Uso Óleo Polimerizado+Terebintina+verniz matec. Parabéns pelos seus posts.

  12. Olá, seu blog é ótimo, parabéns! Uma dúvida sobre esse tema:Eu costumo pintar em camadas usando o mesmo medium, mas não chego a esperar 1 semana para cada uma. Eu começo a nova camada quando a anterior está seca ao toque. Será que corro riscos agindo assim? Eu aplico filmes muito finos e lisos, geralmente secam em 2-3 dias (as vezes menos dependendo da cor, pois aqui é um clima seco).

  13. Caro Anônimo,Não terá qualquer tipo de problema, sendo esse, um procedimento completamente corriqueiro, chamado de \”molhado sobre semi-seco\”. Seu procedimento é totalemente viável.Um grande abraço!

  14. Olá Márcio! excelente seu blog, parabéns!Ja ouvi dizer que a terebintina e outros solventes podem causar danos a pintura a longo prazo. Gostaria de saber se tem algum fundamento

  15. Parabéns pelo post, muito bem escrito e trouxe-me mais entendimento sobre o termo \”Gordo sobre magro\”. Só uma dúvida, eu uso o Liquin Original da Winsor & Newton, antes eu achava que ele só funcionava como óleo, mas pelo que entendi, ele funciona como secante também. Está correto? Eu uso ele com uma mistura de 1 Liquin com 2 de Ecosolv. Também uso Liquin puro para finalizar o quadro, depois que está seco, passando ele ao invés de usar verniz. Ele deixa um brilho na pintura. Você teria alguma dica ou informação a mais sobre o Liquin? Ele é melhor ou pior do que o óleo de linhaça?

  16. Caro Reinaldo, o liquin é um secante de resina sintética (alquídica). Recomendo que use um vernizz a base de resina ketônica para finalizar suas obras e não o Liquin pois sua função não é dar proteção final a obra. Grande abraço!

  17. Gostei muito, obrigada! Vou reler depois e mais uma vez talvez. Estou começando, do desenho à pintura ainda. Este site será fundamental para mim.

  18. Comecei hoje um passeio pelo site e deu vontade de estudar mais vezes. Dicas preciosas para quem quer aprender sempre e fazer arte cada vez melhor. Obrigado por esse espaço. Abraços do Ricardo e da Jô.

  19. Olá Marcio, primeiramente tenho que te agradecer muito! Estou devorando cada post desse site, e já mudou muito pra melhor meu jeito de pintar.Isso aqui é um baú de tesouros hahaha, muito obrigado mesmo!Não tem como ler isso tudo sem planejar fazer algumas aulas com você.Uma dúvida sobre esse post, você diz que essa regra é um artificio antigo, e no final diz que é possível a pintura sem medium… Você se refere ao óleo em si? É praticável sem ele misturado a tinta dentro do limite? Ou se refere ao preparo com o óleo e outras substancias comumente feito nos EUA?Abraço, e até +!

  20. Fantásticos os textos do Cozinha da Pintura. Ansiei, entretanto, por um que abordasse a utilização de espátulas na pintura, principalmente, em razão da variedade de tamanho, forma e material disponível no mercado. Espero que esteja no planejamento de vocês o enfrentamento deste tema.Agradeço por compartilhar tanta informação valiosa.Desejo muito sucesso e parabenizo pelo site!!!

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